A F�bula da grande caminhada de Judas
Depois do churrasco, fomos para a casa da Pris, eu e Vany; ela morava num grande hotel de luxo, � claro, numa su�te, a melhor do pr�dio inteiro e de todos os vizinhos. N�o sei como ningu�m havia notado aquele hotel de S�o Crist�v�o com fei��es de Copacabana Palace... Bom, mist�rios � parte... Depois da refei��o que acompanhava o card�pio da casa (pizzas de frigideira) as duas tomaram seus banhos, mais uma vez, devido ao segundo banho delas naquele dia que n�o fora l� muito agrad�vel (cerveja). Eu tive a sorte de ter sentado sozinha no banco anterior no �nibus, a �nica coisa que sofri foi uma cotuvelada no nariz... e ai, como doeu.... culpa de quem? Do Rouco, claro, brincadeirinha, culpa dos baderneiros que estavam provocando o tumulto. Da� mudamos de lugar, mas n�o adiantava, onde fossemos a massa ia junto. Continuando... Fomos para o quarto e conectamos a Internet, Vany dormiu logo, aproveitei pra avisar a Deus e o Mundo do grande evento de seu Baile de Anivers�rio, coloquei umas explica��es na lista do grupo da nossa turma. Nisso o Rodrigo pelo ICQ n�o parava de nos tentar convencer a sair �quela hora para alguma boate ou de manh� a uma praia... Outro mist�rio � parte... Eu digitava e falava, falava e digitava, quando percebi que estava falando com as paredes... Priscila roncava em sua cama... �, eu fiquei no v�cuo e ainda custei a dormir depois delas, que saco, nem tivemos tempo pra zoar um pouquinho na casa da Pris!
Acordamos cedo com a inten��o de chegarmos a tempo de almo�ar na casa de Vany Pikachu. �, conseguimos, mas antes passamos na minha casa pra eu pegar algumas coisas e deixar outras, minha humilde casinha no meio da ro�a de Bangu City... Meu humilde quarto com meu humilde 684, por�m organizado, com simplicidade e economia de espa�o. Da� partimos para mais uma viagem, o �nibus veio logo e chegamos � beira de um p� de estrada, ap�s algumas horas de caminhada alcan�amos uma trilha que subia a colina onde se encontrava seu humilde castelo medieval... por�m n�o fomos por ali, Vany disse que era uma trilha muito perigosa; e � claro, acreditamos, fomos por uma passagem subterr�nea a qual levava a um elevador que nos levou para o interior do castelo.
As escadarias do castelo eram intermin�veis e o n�mero de passagens secretas que Vanessa ativava tamb�m. Ao fim, chegamos ao seu quarto, que ficava na torre mais alta que tocava o c�u, provocando alguns acidentes com sat�lites que passavam por ali. Ap�s a cerim�nia do almo�o de anivers�rio resolvi ir ao banheiro, na volta, me perdi. Por mais que procurasse n�o encontrava o caminho de volta e ca�a em v�rias das armadilhas secretas que se espalhavam pelo castelo. Ao fim ca� numa tubula��o que me levou ao por�o. Fui parar numa sala escura, por sorte havia encontrado no caminho um pr�ncipe encantado que a d�cadas havia se perdido no castelo ao aprisionar um drag�o no por�o do castelo. E l� estava o bichinho, e a �nica coisa que ele p�de fazer foi servir de isca para o drag�o, foi o que me deu o tempo necess�rio para cair em outra armadilha que me aprisionava num quarto sem portas. Mas havia uma janela e por sorte pude descer seus 42 andares usando a longa barba do pr�ncipe como corda. Mas n�o terminou por a�, o fim da barba me levou ao rio que rodeava o castelo. Como sei nadar, saltei rio abaixo, por�m n�o sabia dos crocodilos. Fui mais r�pida que eles e enfim cheguei ao jardim do castelo.
Sem ter como voltar para seu interior, pois que o grande port�o principal estava trancafiado e por mais que eu me esfor�asse gritando, era imposs�vel que me ouvissem, parti na tentativa de descer a colina. Encontrei um jardim de espinhos e vi que era imposs�vel continuar, rodeei o castelo at� encontrar uma senhora de idade presa naqueles espinhos, antes que tentasse ajud�-la vi uma vassoura ca�da ao seu lado e a peguei. Ela olhou pra mim com um olhar nada contente, ent�o percebi que se tratava de uma bruxa. Rapidamente tratei de usar sua vassoura para escapar dali. Desgovernada, fui parar no topo da torre mais alta, o quarto de Vanessa, pendurada na est�tua de �guia que ficava na ponta da torre. Gritei desesperando-me, quando Vanessa surgiu na janela e dizendo umas palavras que n�o pude compreender fez com que a �guia tomasse vida me levando e deixando-me na varanda do sal�o principal. J� era noite e ent�o j� n�o sa� mais de perto do pessoal, conheci duques, pr�ncipes, reis e condes. Pena nenhum ter se interessado por mim, hehe. Depois do grande baile dormimos um sono profundo e acordamos ao alvorecer da manh�, a carroceria j� nos esperava e partimos para uma nova longa viagem, paramos na estrada e trocamos de transporte para disfar�ar, fomos de carro com Filipe, nosso amigo de Itagua� (ainda mais longe que St. Cruz) que faz engenharia. Enfim chegamos ao fund�o, do nobre castelo medieval ao fund�o... que contraste terr�vel! E essa foi minha grande aventura e quem quiser comprovar vai l� e comprove, huahuahua!!!
A�, muito maneiro Santa Cruz, gostei mesmo, Priscila tamb�m, valeu Vanessa!!! Espero que goste da minha vers�o da hist�ria, hehehe...
Bj�aaaaaaaaaaaaao, agora chega de escrever!!!!!!!!!!!!!!!!! Huahuahua, e pior � que eu me amarro nisso... c�is sabem...


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